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Pedro Amorim. Tecnologia do Blogger.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Dino: proposta do Senado iguala internet à TV e Câmara não concorda

A internet não é rádio, nem televisão. Não pode ser comparada ao regime de concessão, no qual estão inseridos o rádio e a TV. Essa é a opinião do deputado federal Flávio Dino (PC do B/MA), relator da reforma eleitoral na Câmara, ao comentar as modificações que o projeto sofreu nas comissões do Senado.
Em entrevista por telefone a Paulo Henrique Amorim, Flávio Dino ressaltou que o teor do projeto aprovado na Câmara – e que agora sofreu modificações nas comissões de Ciência e Tecnologia e Constituição e Justiça do Senado – é liberalizante.
“Para o cidadão e para o candidato, é preciso a ampla liberdade da internet”, disse Flávio Dino, que frisou a necessidade de se preservar o jornalismo na internet.
Na opinião do deputado, os grandes portais comerciais podem ter um tratamento parecido com rádio e TV no que concerne a debates. “Não pode ser um vale-tudo”, pontuou.
Flávio Dino ressaltou ainda que as modificações propostas nas comissões do Senado ainda serão submetidas ao plenário daquela Casa. Depois disso, retornam à Câmara para segunda votação.
PV lança Marina, a traíra. Ela não sabe explicar por que saiu do governo



Marina faz propaganda de pasta de dente com mentol
A propaganda de dez minutos do PV no horário nobre foi ocupada por Marina Silva, a traíra II.
O posto de traíra I é de Cristovam Buarque.
O discurso de Marina é infantilmente paradoxal.
Ela se gaba de ter saído do governo Lula.
E se gaba do que fez no governo Lula.
Portanto, ela não consegue explicar a razão de ter saído do governo Lula.
O único motivo aparente é cair no colo dos tucanos e trair o presidente Lula.
Como se sabe, o PV é um laranja dos tucanos – clique aqui para ler – e José Serra tentou negociar a posição de vice-presidente da chapa de Marina para Protógenes Queiroz – clique aqui para ler.
Clique aqui para ver as atividades de Protógenes em Garanhuns.
Marina não tem a coragem política de explicar a sua divergência com a ministra Dilma Rousseff.
Ela saiu do governo porque divergiu de Dilma Rousseff e porque desempenhava o papel de xiita ambiental.
Tentou impedir a construção de duas usinas hidrelétricas no rio Madeira para garantir a tranqüilidade dos bagres no momento de procriar.
Enquanto a traíra II não desfizer esse nó – por que saiu do governo Lula – ela continuará a ter bandeiras tão nítidas quanto as das milhares de ONGs que tentam proteger os bagres, as borboletas, e os tatu-pebas.
Essa história de “potência ambiental” parece propaganda de pasta de dente com mentol.
E “sustentabilidade” parece uma questão que tem a ver com os torcedores do Fluminense, que tem medo da Segundona.
A questão é muito simples: a Marina acha que o pré-sal é uma dádiva ou uma maldição?
Paulo Henrique Amorim
http://www.vermelho.org.br/

"ARRASTANDO TODA A MASSA"

Coneg da Ubes lança 38° congresso da entidade

O 12º Conselho Nacional de Entidades Gerais da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Coneg da Ubes), que aconteceu entre os dias 4 e 6 de setembro, na cidade do Rio de Janeiro, foi o maior e mais organizado fórum deste tipo realizado pela entidade nos últimos anos. Durante o evento, foi realizado também o 1° Encontro Latino Americano de Estudantes Secundaristas.

Participaram 283 entidades municipais e cerca de setecentos estudantes, em uma mostra de que o Congresso - agora oficialmente convocado para 3 a 6 de dezembro - terá grande mobilização.

O destaque foi o lançamento do movimento "Arrastando Toda a Massa", proposto pela União da Juventude Socialista (UJS), que dobrou sua mobilização de uniões Municipais de estudantes Secundaristas (Umes) em relação ao último Conselho. O movimento "Arrastando Toda a Massa" pretende ser uma ampla articulação de lideranças do movimento estudantil secundarista, filiadas ou não à UJS, que debaterá nas escolas e levará suas propostas ao 38º Congresso da Ubes.

Encontro Latino Americano de Estudantes Secundaristas

Além do Coneg, também teve destaque o 1º Encontro Latino Americano de Estudantes Secundaristas, realizado em parceria com a Organização Caribenha e Latinoamericana de Estudantes (Oclae), do qual participaram trinta delegados, representando treze países. O encontro foi importante para o objetivo de fortalecer a integração regional e a unificação das lutas das entidades estudantis do continente.

50% do fundo do Pré-Sal para educação

Sob impacto do novo marco regulatório do petróleo proposto pelo governo federal, o principal tema debatido nas mesas do Coneg foi o potencial representado pelo pré-sal para o desenvolvimento do país.

O consenso entre os estudantes é que devem ser destinados para investimento em educação 50% dos recursos do fundo social a ser criado com a exploração do pré-sal. O Coneg aprovou, por unanimidade, a "Carta Monteiro Lobato", na qual defende que essa riqueza é patrimônio do povo brasileiro e deve estar a serviço da construção de um país mais justo e desenvolvido. Monteiro Lobato, escritor brasileiro, foi um dos primeiros a defender a existência de petróleo no país e a criação da Petrobras.

Outra pauta bastante debatida foi a Conferência Nacional de Educação e a necessidade de mobilização estudantil, desde as etapas municipais, para que as bandeiras levantadas pela Ubes sejam aprovadas.

38º Congresso da Ubes

O Coneg é o fórum responsável por convocar o Congresso e definir a Comissão Nacional de Credenciamento e Organização. Pelo regimento aprovado, o 38º Congresso da Ubes terá votações em urnas nas escolas e elegerá o primeiro delegado para cada mil estudantes matriculados e, depois, o próximo a cada quinhentos subsequentes.

Pela imediata privatização da revista Veja

Numa conversa descontraída no aeroporto de Brasília, o irreverente Sérgio Amadeu, professor da Faculdade Cásper Libero e uma das maiores autoridades brasileiras em internet, deu uma idéia brilhante. Propôs o início imediato de uma campanha nacional pela privatização da Veja. Afinal, a poderosa Editora Abril, que publica a revista semanal preferida das elites colonizadas, sempre pregou a redução do papel do Estado, mas vive surrupiando os cofres públicos. “Se não fossem os subsídios e a publicidade oficial, as revistas da Abril iriam à falência”, prognosticou Serginho.

As “generosidades” do governo Lula

Pesquisas recentes confirmam a sua tese. Carlos Lopes, editor do jornalHora do Povo, descobriu no Portal da Transparência que “nos últimos cinco anos, o Ministério da Educação repassou ao grupo Abril a quantia de R$ 719.630.139,55 para compra de livros didáticos. Foi o maior repasse de recursos públicos destinados a livros didáticos dentre todos os grupos editoriais do país... Nenhum outro recebeu, nesse período, tanto dinheiro do MEC. Desde 2004, o grupo da Veja ficou com mais de um quinto dos recursos (22,45%) do MEC para compra de livros didáticos”.

Indignado, Carlos Lopes criticou. “O MEC, infelizmente, está adotando uma política de fornecer dinheiro público para que o Civita sustente seu panfleto – a revista Veja”. Realmente, é um baita absurdo que o governo Lula ajude a “alimentar cobras”, financiando o Grupo Abril com compras milionárias de publicações questionáveis, isenção fiscal em papel e publicidade oficial. Não há o que justifique tamanha bondade com inimigos tão ferrenhos da democracia e da ética jornalística. Ou é muita ingenuidade, ou muito pragmatismo, ou muita tibieza. Ou as três “virtudes” juntas.

A relação promiscua com os tucanos

Já da parte de governos demos-tucanos, o apoio à famíglia Civita é perfeitamente compreensível. Afinal, a Editora Abril é hoje o principal quartel-general da oposição golpista no país e a revista Veja é o mais atuante e corrosivo partido da direita brasileira. Não é de se estranhar suas relações promiscuas com o presidenciável José Serra e outros expoentes do PSDB-DEM. Recentemente, o Ministério Público Estadual acolheu representação do deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) e abriu o inquérito civil número 249 para apurar irregularidades no contrato firmado entre o governo paulista e a Editora Abril na compra de 220 mil assinaturas da revista Nova Escola.

A compra de 220 mil assinaturas representa quase 25% da tiragem total da revista Nova Escola e injetou R$ 3,7 milhões aos cofres do “barão da mídia” Victor Civita. Mas este não é o único caso de privilégio ao grupo direitista. José Serra também apresentou proposta curricular que obriga a inclusão no ensino médio de aulas baseadas nas edições encalhadas do “Guia do Estudante”, outra publicação da Abril. Como observa do deputado Ivan Valente, “cada vez mais, a editora ocupa espaço nas escolas de São Paulo. Isso totaliza, hoje, cerca de R$ 10 milhões de recursos públicos destinados a esta instituição privada, considerado apenas o segundo semestre de 2008”.

O mensalão da mídia golpista

Segundo o blog NaMariaNews, que monitora a deterioração da educação em São Paulo, o rombo nos cofres públicos pode ser ainda maior. Numa minuciosa pesquisa aos editais publicados no Diário Oficial, o blog descobriu o que parece ser um autêntico “mensalão” pago pelo tucanato ao Grupo Abril e a outras editoras, como Globo e Folha. Os dados são impressionantes e reforçam a sugestão de Sérgio Amadeu da deflagração imediata da campanha pela “privatização” da revista Veja. Chega de sugar os cofres públicos! Reproduzo abaixo algumas mamatas do Grupo Civita:

- DO de 23 de outubro de 2007. Fundação Victor Civita. Assinatura da revista Nova Escola, destinada às escolas da rede estadual de ensino. Prazo: 300 dias. Valor: R$ 408.600,00. Data da assinatura: 27/09/2007. No seu despacho, a diretora de projetos especial da secretaria declara “inexigível licitação, pois se trata de renovação de 18.160 assinaturas da revista Nova Escola.

- DO de 29 de março de 2008. Editora Abril. Aquisição de 6.000 assinaturas da revista Recreio. Prazo: 365 dias. Valor: R$ 2.142.000,00. Data da assinatura: 14/03/2008.

- DO de 23 de abril de 2008. Editora Abril. Aquisição de 415.000 exemplares do Guia do Estudante. Prazo: 30 dias. Valor: R$ 2.437.918,00. Data da assinatura: 15/04/2008.

- DO de 12 de agosto de 2008. Editora Abril. Aquisição de 5.155 assinaturas da revista Recreio. Prazo: 365 dias. Valor: R$ 1.840.335,00. Data da assinatura: 23/07/2008.

- DO de 22 de outubro de 2008. Editora Abril. Impressão, manuseio e acabamento de 2 edições do Guia do Estudante. Prazo: 45 dias. Valor: R$ 4.363.425,00. Data da assinatura: 08/09/2008.

- DO de 25 de outubro de 2008. Fundação Victor Civita. Aquisição de 220.000 assinaturas da revista Nova Escola. Prazo: 300 dias. Valor: R$ 3.740.000,00. Data da assinatura: 01/10/2008.

- DO de 11 de fevereiro de 2009. Editora Abril. Aquisição de 430.000 exemplares do Guia do Estudante. Prazo: 45 dias. Valor: R$ 2.498.838,00. Data da assinatura: 05/02/2009.

- DO de 17 de abril de 2009. Editora Abril. Aquisição de 25.702 assinaturas da revista Recreio. Prazo: 608 dias. Valor: R$ 12.963.060,72. Data da assinatura: 09/04/2009.

- DO de 20 de maio de 2009. Editora Abril. Aquisição de 5.449 assinaturas da revista Veja. Prazo: 364 dias. Valor: R$ 1.167.175,80. Data da assinatura: 18/05/2009.

- DO de 16 de junho de 2009. Editora Abril. Aquisição de 540.000 exemplares do Guia do Estudante e de 25.000 exemplares da publicaçãoAtualidades – Revista do Professor. Prazo: 45 dias. Valor: R$ 3.143.120,00. Data da assinatura: 10/06/2009.

Para não parecer perseguição à asquerosa revista Veja, cito alguns dados do blog sobre a compra de outras publicações. O Diário Oficial de 12 de maio passado informa que o governo José Serra comprou 5.449 assinaturas do jornal Folha de S.Paulo, que desde a “ditabranda” viu desabar sua credibilidade e perdeu assinantes. Valor da generosidade tucana: R$ 2.704.883,60. Já o DO de 15 de maio publica a compra de 5.449 assinaturas do jornalão oligárquico O Estado de S.Paulo por R$ 2.691.806,00. E o de 21 de maio informa a aquisição de 5.449 assinaturas da revista Época, da Globo, por R$ 1.190.061,60. Depois estes veículos criticam o “mensalão” no parlamento.

Participe!